Sondar, amparar, debruçar, lamentar. Tantos verbos em um só sentimento e tudo o que eu realmente queria era ignorar o figurado. Deixar de ser alvo, fugir do óbvio. Clichês demais só podem significar algo inventado.
Quem sou eu para duvidar e fazer valer? Nosso fim, certamente, são reticências e ainda que essa dor amenize com o passar de outonos, sempre haverá um pedaço de você nos meus escritos, nos meus anseios, nas minhas certezas.
Seria diferente se tivesse acontecido? [...] Mas nós não nos favorecemos, amor.