Ela sonhou com um matadouro. Abatiam homens como se fossem galinhas. Arrancavam seus cabelos, seus órgãos genitais e suas orelhas. Deixavam o suficiente para que se pudesse perceber o desespero que pairava pelo ar. Dois olhos arregalados e uma língua murcha dentro de uma cela pequena a chamaram a atenção. Aquele seria o próximo.
Ele foi o ultimo a estar dentro dela, mas não quis permanecer. Agora, perdia a sua dignidade com as mãos castas e os sussurros lentos pedindo por socorro. Uma pontada de orgulho a assombrou o rosto e despertou seu mais maquiavélico sorriso. Queria ela que ele sofresse assim por toda a eternidade.
Mas antes mesmo de o orgulho excita-la, de seu peito crescer e se endurecer, um pescoço foi quebrado. Pronto, menos um.