12 março 2008

Destruição.

“(…) E como o que era mundo volve a nada.
Nada, ninguém. Amor, puro fantasma.
Que os passeia de leve, assim a cobra
Se imprime na lembrança do seu trilho.
E eles quedam mordidos para sempre.
Deixaram de existir, mas o existido
Continua a doer eternamente.”

Drummond, Destruição.