Disseram-me: “Vocês são muito parecidos, podem aprender um com o outro”. Isso me alarmou o coração. Os motivos, eu não sei dizer. A dúvida está quase a duvidar de mim e o fantasma da felicidade a rondar-me. Sinto medo. O vento se impõe, balançando as folhas das árvores, os cabelos, as roupas, as almas das pessoas, sacudindo a poeira desta Brasília sufocante e me lembrando que amanhã é um novo dia, para esta mesma conquista.