07 outubro 2008

Nosso pacto.

Eu senti seu sorriso queimando minha face esperançosa. Rimos juntos da mesma piada, que mais parecia uma ironia. Se soubessem... Você corou. Eu virei o rosto. Ninguém percebeu o nosso silencioso pacto de concordância. Mas ele não sai da minha mémoria. Os beijos, os toques, os olhares envergonhados e/ou arrependidos. Reparei em cada passo, mas eu me entreguei de volta a minha rotina e vai saber por onde você anda. Assume logo que tem andado pelos caminhos errados. Que eu te mostro como chegar aos tijolos amarelos.